História do BrasilResistência Negra à Escravidão

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Resistência Negra à Escravidão

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"As diferenças regionais quanto ao timing da transição [do trabalho escravo para o livre] são reflexo de outro aspecto relevante da ordem escravista: a existência de diversos regimes de escravidão. Sabe-se hoje com muito mais propriedade que eram diferentes os padrões de sujeição dos cativos nos canaviais de Pernambuco ou da Bahia, nos pampas gaúchos, nas minas de ouro e diamantes das Gerais, nos cafezais do Vale do Paraíba, em cidades pequenas do interior de São Paulo, numa cidade grande como o Rio de Janeiro ou no interior dos engenhos de açúcar."

A diversidade de regimes da escravidão de que trata Cardoso condicionava, por óbvio, as diversas formas de resistência negra à instituição da escravidão, a qual, todavia, esforçava-se para homogeneizar, já no continente africano, homens e mulheres que serviriam, à força, como mão de obra na América Portuguesa. Sobre as diversas formas de resistência negra à instituição da escravidão, é correto afirmar que:

a) concentravam-se, exclusivamente, na formação de quilombos.
b) privilegiavam a tomada do poder político da colônia, como no caso da Revolta dos Malês.
c) diziam respeito, como no caso dos escravos de ganho, à relativa liberdade de que gozavam os negros escravos durante a Colônia.
d) envolviam desde a formação de quilombos até fugas e rebeliões, passando pela compra de alforrias (indenização), coartação (indenização parcelada) e ações judiciais.




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