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hocs
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Jul 2019 23 14:21

Monera

Mensagem não lida por hocs » Ter 23 Jul, 2019 14:21

UP Demais Cursos 2019/1) Na natureza, há atos de simpatia entre vizinhos bem mais fortes do que segurar a porta do elevador: quando uma colônia de bactérias é atacada por um antibiótico, descobriram os cientistas, as mais fortes protegem as mais fracas que vivem do lado. Fazem isso liberando uma substância chamada indol, que fortalece a defesa molecular das bactérias vizinhas que iriam morrer. Trata-se de um ato “nobre” das bactérias fortes, porque a energia gasta com isso poderia estar sendo utilizada de maneira mais egoísta. “Elas não crescem tão bem quanto poderiam, porque estão produzindo indol para todo mundo”, diz James Collins, engenheiro biomédico da Universidade de Boston (EUA), autor do estudo publicado na revista “Nature”. “Todo mundo” não é exagero. Os cientistas perceberam que umas poucas bactérias resistentes, que chegam a representar menos de 1% da população, podem ser responsáveis pela sobrevivência de boa parte da colônia.
Essa estratégia aparentemente altruísta das bactérias é resultado de um processo relacionado à evolução dos organismos, conhecido como:
Resposta

b) Deriva genética

Não entendi pq a resposta é deriva genética. Considerei que o fato da bactéria resistente proteger a mais fraca isso seria resultado da sua mutação intrínseca que acaba por seleciona-lá dentre as outras. :?




Nickds
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Re: Monera

Mensagem não lida por Nickds » Sáb 31 Ago, 2019 10:05

Realmente poderia ser algo meio enigmático na hora, mas mutação nao seria porque nao esta ocorrendo mudança no DNA de nenhuma bateria. O que ocorre eh a liberaçao de indol que protege molecularmente outra bactéria, como se fosse uma substancia neutralizadora do antibiótico.

As alternativas eram pelo jeito

a) coevolução.
b) deriva genética.
c) mutação seletiva.
d) recombinação gênica.
e) seleção dos mais aptos.

Coevoluçao nao seria porque normalmente eh definida como um favorecimento mutuo entre dois organismos, entao no caso as bacterias mais fracas nao oferecem nada as mais fortes, entao elimina essa alternativa por isso.

Deriva genética eh a resposta porque o antibiótico em si representaria um fenomeno aleatório deixando indivíduos nao necessariamente mais fortes (bactérias mais fortes) sobreviverem, já que as bactérias mais fracas sao as protegidas.

Recombinaçao genética tem mais a ver com desenvolvimento de variedade genotipa em indivíduos, foge um pouco o proposto.

Seleçao dos mais aptos nao eh porque eh exatamente o contrario: as bacterias mais fortes que estao deixando as bacterias mais fracas mais protegidas e com tendencia a sobreviverem.

Última edição: Nickds (Sáb 31 Ago, 2019 10:48). Total de 2 vezes.



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